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Plínio MarcosConsiderado um autor maldito, o escritor e dramaturgo Plínio Marcos foi um dos primeiros a retratar a vida dos submundos de São Paulo. Poucos escreveram sobre homossexualismo, marginalidade, prostituição e violência com tanta autenticidade...

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Um pesadelo real(Caderno 3-Diário do Nordeste)


"14/9/2010
Com um "Barrela" em cores vivas, o Imagens de Teatro montou uma estrutura cênica realista, combinando com o apelo escatológico dos diálogos e da violência em cena
Sem poder sair nem entrar, naquela de "quem tá fora quer entrar, mas quem tá dentro não sai". Literalmente assim se sentiu o público de "Barrela" durante as duas apresentações do final de semana no teatro do Sesc Senac Iracema. Mesmo quem chegou pontualmente às 20h, no sábado, teve de se contentar em esperar o dia seguinte para ver a peça. E não foi pouca gente não. Uma fila se formou do lado de fora, em frente à bilheteria, onde uma lista simulando orientações aos visitantes do presídio estava afixada na parede.

Estranho presenciar a revolta dos "excluídos", que reivindicavam entrar onde, na vida real, ninguém quer. Para quem se antecipou e chegou a tempo, a fila, por outro lado, era já de encenação. Os policiais, bem caracterizados (com direito a farda, cassetete e até um que exibia a careca e a barba próprias daqueles filmes americanos) demonstravam toda a sua violência, arrastando atores disfarçados de espectadores e estipulando, em alto e bom som, as regras. "Nada de celular ligado, senão o negócio complica". Para uns, que não souberam entrar no clima, foi o suficiente. Abandonaram a fila, mesmo com os ingressos em mãos.

Com o barulho forte do "escancarar" das portas, um cenário de arrepiar inaugurou-se aos olhos dos "visitantes". Uma máquina de escrever para o interrogatório. Uma mulher completamente nua, sofrendo tortura. Jornais, pratos, quentinhas, trapos de roupas pendurados em varais e as pichações escatológicas daquele universo imundo. Tudo muito real, impactante. Ousadia boa, que muitas vezes falta no teatro. Depois do corredor, as grades, por onde passam todos, misturando-se aos presidiários, logo em seguida trancafiados. O ponto de vista do lado de dentro. Atrás das grades, público e atores..." 

LEIA A MATÉRIA NA ÍNTEGRA EM : http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=850531

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Vida e Arte do Jornal O Povo(10/09)


"Estreia

O submundo de Plínio Marcos

Símbolos da marginalidade na sociedade, os presidiários são o foco do espetáculo Barrela, de Plínio Marcos. A peça entra em cartaz amanhã dentro da Trilogia da Cia Imagens em homenagem ao autor
André Bloc - Especial para O POVO 10/09/2010 02:00

Marginal (S. Masc.) - Indivíduo que se põe fora das leis, que vive à margem da sociedade; indigente, vadio, delinquente. Do que já é exposto no dicionário, a visão do marginal – àquele que vive à margem da sociedade – foi lapidada nos palcos, dentre outros, na dramaturgia de Plínio Marcos, um dos maiores retratistas da realidade daqueles que ninguém quer lembrar que existem. Celebrando o dramaturgo, a Cia Imagens traz ao palco o espetáculo Barrela, obra de estreia do autor e segunda parte da Trilogia Plínio Marcos. A montagem entra em cartaz amanhã, no teatro Sesc Senac Iracema, buscando aproximar o público do sentimento de cotidiano marginal exposto na obra de Plínio.

Conhecido por obras como Dois perdidos numa noite suja e Madame Blatavski, o dramaturgo e escritor Plínio Marcos – falecido em 1999 – encontrou seu primeiro grande sucesso no polêmico texto de Barrela, de 1958. Com uma trajetória marcada por crônicas urbanas modernas, povoadas por presidiários, prostitutas e toda sorte de gente que vive à margem da sociedade (e, quase sempre, da lei também), o autor e sua obra são celebrados pela Cia Imagens com a montagem de três de suas mais aclamadas peças, que formam a Trilogia Plínio Marcos: O Abajur Lilás, em cartaz no primeiro semestre do ano, Barrela e Navalha na Carne.

O chocante texto de Barrela foi baseado numa história real ocorrida em um presídio de Santos (SP) nos anos 50. Após ser seguidamente humilhado, espancado e estuprado depois de ser preso por uma ocorrência insignificante, um ex-presidiário resolveu se vingar e acabou assassinando seus quatro ex-companheiros de cela. Espantado pela crueza, Plínio Marcos sentiu a necessidade de escrever algo a respeito e acabou construindo uma trama tão crua e real quanto a realidade, aproveitando duma linguagem extremamente coloquial e de muita ousadia – ainda mais por ser o primeiro texto teatral do jovem de 22 anos..."


Leia a matéria na íntegra em : http://publica.hom.opovo.com.br/page,273,96.html?i=2040393

Caderno 3 do Diário do Nordeste(10/09)

"O Grupo Imagens de Teatro estreia amanhã sua montagem de "Barrela", texto do dramaturgo Plínio Marcos. A peça é uma continuação da trilogia iniciada com "Abajur lilás"

A sensação claustro-fóbica e solitária de um presídio. O público no meio disso, assistindo como um encarcerado ao espetáculo. "Barrela", do grupo Imagens de Teatro, entra em cartaz a partir de amanhã, em continuação ao projeto de uma trilogia de Plínio Marcos (contemplada pela Funarte, no Prêmio Myrian Muniz, em 2009), que teve início com "Abajur lilás" e se encerrará com "Navalha na carne". "O primeiro tratava da prostituição feminina. ´Barrela´ é sobre a questão prisional, mas o autor levanta as mesmas bandeiras presentes no diálogo da prostituta de ´Navalha´: ´Será que somos gente?´", explica Edson Cândido, diretor do grupo, que teve contato direto com a realidade de quem se encontra atrás das grades.

"Entrei no IPPO e passei um dia com os presos. É um acesso complicado, permitido só aos parentes, advogados ou a grupos que prestam serviços lá dentro. É um ambiente hostil que, mesmo maquiado por causa do dia da visita, mostra a solidão, as marcas que a cadeia deixa, a falta de companhia pra conversar, sem saber o que se passa lá fora... O preso fica lá quase como um animal, um bicho selvagem", descreve Cândido. Servindo de norte para o espetáculo, a experiência ainda foi acompanhada por um processo criativo que incluiu o filme "O Prisioneiro da Grade de Ferro", (feito pelos detentos do extinto Carandiru, após o histórico massacre de 1992), como base de pesquisa para a peça."

Leia a matéria na íntegra em : http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=847947

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A segunda parte de uma trilogia. (Jornal O POVO)

 "Depois de quebrar o abajur lilás, o ousado diretor Edson Cândido estreia a segunda peça do projeto Plínio Marcos Trilogia: Barrela, espetáculo do Grupo Imagens que promete abalar as estruturas, seguindo o sucesso do polêmico espetáculo Abajur Lilás

Quem prestigiou a montagem de Abajur Lilás, do Grupo Imagens, teve a oportunidade de fazer um mergulho no universo denso e marginal do autor Plínio Marcos. Ambientado num prostíbulo, o público sentia que estava, de fato, numa boate de uma zona, onde até cachaça com farofa de linguiça eram servidos e o teclado da Galega dava o tom do lugar. Dessa vez a cela de um presídio masculino será o lócus da encenação..." Por Yuri Yamamoto.

Confira na íntegra:
http://opovo.uol.com.br/app/colunas/mirante/2010/09/07/int_teatro,2039301/a-segunda-parte-de-uma-trilogia.shtml

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vídeo Barrela.



video

Temporada do espetáculo "Barrela", do Grupo Imagens de Teatro.
Setembro: dias 11, 12, 18, 19, 25 e 26.
Outubro: dias 07, 14 e 21.
Sempre às 20hs.
SESC SENAC Iracema
(Rua Boris, 90-C -- Praia de Iracema).
Entrada: $10 e $20
Contatos: (85)8897-2730
Censura 18 anos